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DIFICULDADE NO APRENDER

11/11/2007

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      Eu tenho andado muito por aí e observado que

algumas pessoas encontram dificuldades no aprender.

Quando é apresentada a ela alguma coisa nova, ela tem dificuldade em aceitar a coisa nova e essas algumas pessoas não são poucas não.

Aqui no GEROI, que hoje temos 684 membros, cerca de 137 não vão entender, não vão gostar, não vão concordar e vão discordar daquilo que estará sendo apresentado.

Trata-se de um distúrbio cerebral que muitas pessoas têm mas que, infelizmente, não sabem disso e que atrapalha não só o relacionamento entre ela e os demais mas principalmente sua própria evolução.

Já proferi muitas palestras em ambientes rotários (já foram 549 desde o meu ingresso em Rotary) e é comum constatar o seguinte:

Fui proferir uma palestra (com muitas novidades) numa reunião de Rotary com cerca de 20 pessoas.

Ao longo da palestra é notável (percebo com facilitadade) a contrariedade de algumas pessoas, pois elas a manifestam inconscientemente através de gestos como o piscar de olhos, cruzar os braços, inquietação, balançar da perna, bocejos, olhada no relógio, olhar perdido, etc.

Em média é possível notar essa contrariedade em cerca de 4 pessoas (no universo de 20).

Numa primeira fase, essas contrariedades são pequenas discordâncias decorrentes do não entendimento (elas não entendem o que está sendo falado).

Podemos provocar.

Ao repetir, afirmando categoricamente, aquilo que produziu a contrariedade, verificamos que a inquietação aumenta.

Ao finalizar a palestra, alguns contrariados se retiram imediatamente do recinto. Outros se dão ao trabalho de virem manifestar a sua contrariedade.

Intrigado com tais comportamentos, lancei-me à tarefa de pesquisar na INTERNET se existe estudos sobre esses comportamentos.

 

1 - O PROCESSO DE APRENDIZADO:

O nosso cérebro é dividido em diferentes hemisférios e cada um é mais especializado em determinadas funções.

A área esquerda do cérebro está mais diretamente relacionada à linguagem. Nela foram identificadas 3 sub-áreas distintas: uma delas processa fonemas, a outra analisa palavras e a última reconhece palavras.

Essas 3 subdivisões trabalham em conjunto, permitindo que o ser humano aprenda a ler, a soletrar, a escrever, a fazer cálculos matemáticos, a memorizar a taboada, a entender a linguagem corporal, os gestos, os tiques e os cacoetes.

 

2 - UMA DISFUNÇAO:

Por razões que a ciência ainda não conseguiu descobrir, o bom funcionamento da Área de Aprendizado é afetado, danificado, dificultando o bom desempenho do Processo de Aprendizado.

Muitas dessas afetações é genética, isto é, a pessoa já nasce com essa deficiência.

Essa pessoa terá diversos tipos de dificuldades como:

- atraso no desenvolvimento motor desde a fase do engatinhar, sentar e andar;

- atraso na aquisição da fala e do pronunciar das palavras;

- dificuldade em entender o que está sendo dito;

- dificuldade no desempenho de atividades motoras como andar de triciclo.

Já na fase escolar, terá dificuldades do tipo:

- dificuldade de prestar atenção nas aulas, fica constantemente distraída, entra facilmente no mundo da lua;

- erros de grafia ao escrever, tendência de ligar as palavras;

- omitir, acrescentar, alterar palavras ao escrever e mesmo ao falar;

- trocar letras ao digitar. Por exemplo, escrever comumetne em vez de comumente;

- pensa em 68 e escreve 86;

- esquecer com facilidade aquilo que acabou de aprender. Esquece onde deixou as chaves;

- não consegue falar se outras pessoas estiverem falando;

- faz contas com o auxílio dos dedos.

Ao crescer, suas dificuldades continuam e, às vezes, até aumenta:

- tem excelente memória de longo prazo e lembra com facilidades as coisas do passado. Vivem dizendo "Na minha época ... ";

- tem péssima memória recente e rejeita tudo que é "novo". Esquece o nome da pessoa que acabou de ser apresentada;

- pensa através de imagens e sentimentos e menos com palavras e com a lógica. Usa muito a expressão "não me lembro exatamente mas me lembro que não gostei";

- são mais emotivos e tendem a levar qualquer assunto para aspectos pessoais;

- ficam o tempo todo brincando, contando piadas, tentando ser aceito nem que seja como "palhaço";

- seu dia a dia é bagunçado, tem dificuldade em se organizar;

- vivem em estado frequente de frustração por não conseguir entender as novidades;

- tem dificuldade em fazer contas, em escrever. Têm letra feia e a escrita é torta e ilegível;

- tem dificuldade em memorizar nomes de pessoas. É muito comum esquecer o nome da pessoa que acabou de ser apresentada.

Durante séculos essas dificuldades eram consideradas "normais" e não recebeu a atenção devida.

Mais recentemente, grandes centros de estudos das atividades psico-motoras conseguiram localizar com precisão os focos dessa disfunção e deram a ela o nome de DISLEXIA.

3 - A DISLEXIA - O QUE É:

A dislexia tem base neurológica e tem uma incidência expressiva numa pequena ramificação do cromossoma #6 o que torma a dislexia altamente hereditária.

Afeta as funções cerebrais relacioadas à:

- sensibilidade;

- artes;

- atividades mecânicas, principalmente as repetitivas;

- visualização em 4 dimensões;

- percepção e criatividades;

- habilidades intuitivas.

Como consequencia, o individuo dislexico, terá dificuldade em algumas das funções:

- aprendizado de palavras;

- leitura. Continuidade da leitura, concentração na leitura;

- soletração, fluência. Sua fala não é contínua, não é fluente. Detesta falar em público;

- escrita. Dificuldade em escrever, preguiça de escrever. Textos ininteligíveis. Seus emails não são completos, abreviam tudo, não se identificam com clareza (exemplo: Abs Zé);

- corpo duro. Dificuldades em dançar, em expressar uma comunicação pelo corpo;

- desenvovler cálculos e raciocínios matemáticos, lógica, silogismos;

Existem variações específicas da dislexia:

 

Disgrafia é uma inabilidade ou atraso no desenvolvimento da Linguagem Escrita, especialmente da escrita cursiva. Escrever com máquina datilográfica ou com o computador pode ser muito mais fácil para o disléxico. Na escrita manual, as letras podem ser mal grafadas, borradas ou incompletas, com tendência à escrita em letra de forma. Os erros ortográficos, inversões de letras, sílabas e números e a falta ou troca de letras e números ficam caracterizados com muita frequência.

Disnomia - Dificuldade em nomear ou lembrar do nome de objetos e pessoas.

Discalculia - As dificuldades com a Linguagem Matemática são muito variadas em seus diferentes níveis e complexas em sua origem. Podem evidenciar-se já no aprendizado aritmético básico como, mais tarde, na elaboração do pensamento matemático mais avançado. Embora essas dificuldades possam manifestar-se sem nenhuma inabilidade em leitura, há outras que são decorrentes do processamento lógico-matemático da linguagem lida ou ouvida. Também existem dificuldades advindas da imprecisa percepção de tempo e espaço, como na apreensão e no processamento de fatos matemáticos, em sua devida ordem.

Hiperatividade - Refere-se à atividade psicomotora excessiva, com padrões diferenciais de sintomas: o jovem ou a criança hiperativa com comportamento impulsivo é aquela que fala sem parar e nunca espera por nada; não consegue esperar por sua vez, interrompendo e atropelando tudo e todos. Porque age sem pensar e sem medir conseqüências, está sempre envolvida em pequenos acidentes, com escoriações, hematomas, cortes. Um segundo tipo de hiperatividade tem como característica mais pronunciada, sintomas de dificuldades de foco de atenção. É uma superestimulação nervosa que leva esse jovem ou essa criança a passar de um estímulo a outro, não conseguindo focar a atenção em um único tópico. Assim, dá a falsa impressão de que é desligada mas, ao contrário, é por estar ligada em tudo, ao mesmo tempo, que não consegue concentrar-se em um único estímulo, ignorando outros.

Hipoatividade - A Hipoatividade se caracteriza por um nível baixo de atividade psicomotora, com reação lenta a qualquer estímulo. Trata-se daquela criança chamada "boazinha", que parece estar, sempre, no "mundo da lua", "sonhando acordada". Comumente o hipoativo tem memória pobre e comportamento vago, pouca interação social e quase não se envolve com seus colegas.

Deficiência de Atenção - É a dificuldade de concentrar e de manter concentrada a atenção em objetivo central, para discriminar, compreender e assimilar o foco central de um estímulo. Esse estado de concentração é fundamental para que, através do discernimento e da elaboração do ensino, possa completar-se a fixação do aprendizado. A Deficiência de Atenção pode manifestar-se isoladamente ou associada a uma Linguagem Corporal que caracteriza a Hiperatividade ou, opostamente, a Hipoatividade.

É grande a incidência de indivíduos dislexos, chegando a 20% independentemente de raça, cultura, sexo e poder aquisitivo.

 

4 - A DISLEXIA - SINTOMAS:

Um único sintoma, como ter a letra feia, não caracteriza a dislexia.

Pessoas disléxicas apresentam combinações de sintomas, em intensidade de níveis que variam entre o sutil ao severo, de modo absolutamente pessoal. Em algumas delas há um número maior de sintomas e sinais; em outras, são observadas somente algumas características. Quando sinais só aparecem enquanto a criança é pequena, ou se alguns desses sintomas somente se mostram algumas vezes, isto não significa que possam estar associados à Dislexia. Inclusive, há crianças que só conquistam uma maturação neurológica mais lentamente e que, por isto, somente têm um quadro mais satisfatório de evolução, também em seu processo pessoal de aprendizado, mais tardiamente do que a média de crianças de sua idade.

Brincadeiras do tipo "o Rato Roeu a Roupa do Rei de Roma" ou "um tigre, dois tigres, três tigres" são bricadeiras sadias e contribuiem significativamente para a melhoria das habilidades de se superar determinadas deficiências.

Pesquisadores têm enfatizado que a dificuldade de soletração tem-se evidenciado como um sintoma muito forte da Dislexia. Há o resultado de um trabalho recente, publicado no jornal Biological Psychiatry e referido no The Associated Press em 15/7/02, onde foram estudadas as dificuldades de disléxicos em idade entre 7 e 18 anos, que reafirma uma outra conclusão de pesquisa realizada com disléxicos adultos em 1998, constando do seguinte: que quanto melhor uma criança seja capaz de ler, melhor ativação ela mostra em uma específica área cerebral, quando envolvida em exercício de soletração de palavras. Esses pesquisadores usaram a técnica de Imagem Funcional de Ressonância Magnética, que revela como diferentes áreas cerebrais são estimuladas durante atividades específicas. Esta descoberta enfatiza que essa região cerebral é a chave para a habilidade de leitura, conforme sugerem esses estudos.

Essa área, atrás do ouvido esquerdo, é chamada região ocipto-temporal esquerda. Cientistas que, agora, estão tentando definir que circuitos estão envolvidos e o que ocorre de errado em Dislexia, advertem que essa tecnologia não pode ser usada para diagnosticar Dislexia.

Esses pesquisadores ainda esclarecem que pessoas disléxicas mais velhas mostram mais atividade em uma diferente região cerebral do que os disléxicos mais novos. O que sugere que essa outra área assumiu esse comando cerebral de modo compensatório, possibilitando que essas crianças conseguiam ler, porém somente com o exercício de um grande esforço.

Os sintomas que podem indicar a dislexia, antes de um diagnóstico multidisciplinar, só indicam um distúrbio de aprendizagem, não confirmam a dislexia. E não pára por aí, os mesmos sintomas podem indicar outras situações, como lesões, síndromes e etc.

Então, como diagnosticar a dislexia?

Uma equipe multidisciplinar, formada por Psicóloga, Fonoaudióloga e Psicopedagoga Clínica deve iniciar uma minuciosa investigação. Essa mesma equipe deve ainda garantir uma maior abrangência do processo de avaliação, verificando a necessidade do parecer de outros profissionais, como Neurologista, Oftalmologista e outros, conforme o caso.

A equipe de profissionais deve verificar todas as possibilidades antes de confirmar ou descartar o diagnóstico de dislexia. É o que chamamos de AVALIAÇÃO MULTIDISCIPLINAR e de EXCLUSÃO.

Veja algumas caracteristicas de comportamento dislexo conforme a faixa etária:

Adultos
Se não teve um acompanhamento adequado na fase escolar ou pré-escolar, o adulto disléxico ainda apresentará dificuldades;
Continuada dificuldade na leitura e escrita;
Memória imediata prejudicada;
Dificuldade na aprendizagem de uma segunda língua;
Dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia);
Dificuldade com direita e esquerda;
Dificuldade em organização;
Aspectos afetivos emocionais prejudicados, trazendo como conseqüência: depressão, ansiedade, baixa auto estima e algumas vezes o ingresso para as drogas e o álcool.

 

Idade Escolar
Nesta fase, se a pessoa apresenta alguns ou vários dos sintomas a seguir, é necessário um diagnóstico e acompanhamento adequado, para que possa prosseguir seus estudos junto com os demais colegas e tenha menos prejuízo emocional:· Dificuldade na aquisição e automação da leitura e escrita;
Pobre conhecimento de rima (sons iguais no final das palavras) e aliteração (sons iguais no início das palavras);
Desatenção e dispersão;
Dificuldade em copiar de livros e da lousa;
Dificuldade na coordenação motora fina (desenhos, pintura) e/ou grossa (ginástica,dança,etc.);
Desorganização geral, podemos citar os constantes atrasos na entrega de trabalhos escolares e perda de materiais escolares;
Confusão entre esquerda e direita;
Dificuldade em manusear mapas, dicionários, listas telefônicas, etc...
Vocabulário pobre, com sentenças curtas e imaturas ou sentenças longas e vagas;
Dificuldade na memória de curto prazo, como instruções, recados, etc...
Dificuldades em decorar seqüências, como meses do ano, alfabeto, tabuada, etc..
Dificuldade na matemática e desenho geométrico;
Dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomias)
Troca de letras na escrita;
Dificuldade na aprendizagem de uma segunda língua;
Problemas de conduta como: depressão, timidez excessiva ou o ‘’palhaço’’ da turma;
Bom desempenho em provas orais.

Sinais de Alerta

Como a dislexia é genética e hereditária, se a criança possuir pais ou outros parentes disléxicos quanto mais cedo for realizado o diagnóstico melhor para os pais, à escola e à própria criança. A criança poderá passar pelo processo de avaliação realizada por uma equipe multidisciplinar especializada (vide adiante), mas se não houver passado pelo processo de alfabetização o diagnóstico será apenas de uma "criança de risco".

Haverá sempre:
dificuldades com a linguagem e escrita ;
dificuldades em escrever;
dificuldades com a ortografia;
lentidão na aprendizagem da leitura;

Haverá muitas vezes :
disgrafia (letra feia);
discalculia, dificuldade com a matemática, sobretudo na assimilação de símbolos e de decorar tabuada;
dificuldades com a memória de curto prazo e com a organização’;
dificuldades em seguir indicações de caminhos e em executar seqüências de tarefas complexas;
dificuldades para compreender textos escritos;
dificuldades em aprender uma segunda língua.

Haverá às vezes:
dificuldades com a linguagem falada;
dificuldade com a percepção espacial;
confusão entre direita e esquerda.

O Dr. Norman Geschwind, M.D., professor de Neurologia da Harvard Medical School; professor de Psicologia do MIT - Massachussets Institute of Tecnology; diretor da Unidade de Neurologia do Beth Israel Hospital, em Boston, MA, pesquisador lúcido e perseverante que assumiu a direção da pesquisa neurológica em Dislexia, após a morte do pesquisador pioneiro, o Dr. Samuel Orton, afirma que a falta de consenso no entendimento do que é Dislexia, começou a partir da decodificação do termo criado para nomear essas específicas dificuldades de aprendizado; que foi elegido o significado latino dys, como dificuldade; e lexia, como palavra. Mas que é na decodificação do sentido da derivação grega de Dislexia, que está a significação intrínsica do termo: dys, significando imperfeito como disfunção, isto é, uma função anormal ou prejudicada; e lexia que, do grego, dá significação mais ampla ao termo palavra, isto é, como Linguagem em seu sentido abrangente.

Ainda é de extrema relevância considerar estudos que provam ser de 70% a 80% o número de jovens delinqüentes nos EUA que apresentam algum tipo de dificuldades de aprendizado. E que também é comum que crimes violentos sejam praticados por pessoas que têm dificuldades para ler. E quando, na prisão, eles aprendem a ler, seu nível de agressividade diminui consideravelmente.

5 - O ROTARIANO COM DISLEXIA:

De acordo com estatísticas, em média 20% das pessoas são portadores de dislexia. Com base nisso, posso pensar que 137 geroianos tenham dificuldade de entender, compreender e aceitar as novidades como o PLC.

Não seria o caso da gente passar a observar o comportamento dos demais rotarianos e sair por aí "fofocando" que fulano é dislexo, mesmo por que uma atitude dessas poderá criar muitos problemas no nosso relacionamento.

Mas, trago ao GEROI o resultado dessa pesquisa, pensando que alguns de nossos companheiros tenham essa disfunção e não saiba, ainda.

Rotary é essencialmente relacionamento. E se a gente tem dificuldades nesse relacionamento e nem faz idéia de que certas atitudes nossas depõe "contra" o Objetivo do Rotary que é  justamente estimular e fomentar, veremos que não somos, na essência, "bons rotarianos" quando nos metemos a criticar as falas e as ações de outros companheiros.

Lembrem-se que não existe a tal de "critica construtiva" e que toda e qualquer critica, quando feita sem que o sujeito da fala ou da ação manifeste o desejo será sempre uma crítica destrutiva.

Em diversas ocasições, aqui no GEROI, face às dificuldades de chegarmos a pontos concensados, cheguei a "sugerir" a adoção do método CLE para "alfabetizar" alguns de nossos "cabeças duras" pois entendia, eu, que a dificuldade decorresse de um certo "grau" de analfabetismo existente.

Mas, depois dessa pesquisa sobre DISLEXIA, vejo que muitos de nós, e aí me incluo, possui certo grau de "dislexia" e é por isso que temos dificuldades, rejeitamos, recusamos e até combatemos novidades como o PLC e os Treinamentos de Capacitação como instrumentos de transformar os clubes em Clubes Eficazes.

 

Veja mais sobre o processo de aprendizado em:
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Veja mais sobre o Trabalho em Equipe:
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Esta é uma página pessoal que contém uma opinião essencialmente pessoal a cerca do tema Dificuldade no Aprender.
As opiniões são, no fundo, "provocações" feitas aos nobres companheiros rotarianos e são baseadas em contatos, estudos e experiências pessoais e vale-se da liberdade proprocionada pela WEB. Ninguém é obrigado a aceitar, nem se pretende afirmar que as opiniões aqui colocadas sejam verdadeiras. Agora, se você gostou, pode imprimir, copiar e divulgar à vontade.
Roberto Massaru Watanabe
membro do Rotary Club de São Paulo - Tatuapé - EMAIL: roberto@ebanataw.com.br. Watanabe é engenheiro e como tal participou do projeto das grandes obras da engenharia nacional como a Rodovia dos Imigrantes e as hidrelétricas de Ilha Solteira, Itaipú e Tucurui. Nesses empreendimentos, adquiriu muita prática na organização e condução de grandes equipes.

RMW\GEROI\dislexia.htm em 11/11/2007, atualizado em 22/05/2009 .

    RMW-3561-16/09/2014